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Fazer a Festa – Festival Internacional de Teatro

Quinta da Caverneira, 29 de maio a 5 de junho.

37º FAZER A FESTA - Festival Internacional de Teatro

Teatro Art’Imagem

Quinta da Caverneira, 29 de maio a 5 de junho.

 

Historial

Festival Internacional de Teatro completou 36 edições, em 2017, realizadas anualmente na cidade do Porto e Maia (desde 2009). Ao longo dos anos, este Festival, o terceiro mais antigo de Portugal, já utilizou vários espaços da cidade do Porto, as suas principais salas de teatro, salões de juntas de freguesia, de associações culturais e recreativas, escolas, bares e espaços não convencionais, largos, jardins e ruas, na Maia, Matosinhos e Gaia no Auditório e jardins da Quinta da Caverneira, em Águas Santas. Do final dos anos 90 até 2010 o Festival decorreu numa Aldeia Teatral montada nos Jardins do Palácio de Cristal e no Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett, apresentando em média 20 companhias profissionais para 40 representações, durante 10 dias consecutivos.

Foi durante muitos anos o único festival português que tinha uma programação específica de teatro para a infância e juventude e onde se apresentaram as melhores propostas do género.

Nos últimos sete anos o festival teve edições restritas com uma programação muito reduzida, devido à falta de financiamento dos executivos da C. M. do Porto que lhe retiraram o apoio financeiro e que era a principal fonte do Festival, muito superior à da DGArtes, já de si muito diminuto.

 

Em 2018 testaremos um novo figurino e conceito e voltaremos ao Teatro para a Infância e Juventude, fazendo deste Festival também um Fórum anual de criadores e companhias que trabalham específica ou regularmente para este segmento dos jovens e pequenos públicos, onde se discutirá a atualidade do sector.

Durante oito dias serão apresentados seis espetáculos diferentes, com nove sessões, sempre seguidos de conversas com o público na Quinta da Caverneira.

Estão programadas duas sessões para público escolar; nas tardes de fins-de-semana para público familiar e também duas sessões às 21h30. Pretendemos com isso disponibilizar o mais possível horário para que pais e familiares adultos acompanhem as crianças aos espetáculos. A maioria dos espetáculos decorrerão no Auditório da Quinta da Caverneira e duas sessões nos seus Jardins.

Estarão presentes seis companhias, três nacionais (Teatro Art’Imagem, Ana Madureira/Porto, Catarina Requeijo/Lisboa) e três estrangeiras vindas da Galiza/Espanha (Sarabela Teatro, Baobob Teatro e Elefante Elegante).

Contará ainda com três Encontros/Debates e uma Exposição.

A Exposição “Aprender Fazendo” - O Teatro para a Infância e Juventude do Art’Imagem na década de 80, abrirá o Festival. Seguindo-se um Encontro/Homenagem a “Roberto Merino – Um Homem do Teatro para Todos”, o encenador responsável pela maioria dos espetáculos apresentados na década de 80 e o seu contributo para o desenvolvimento artístico da Companhia. O primeiro Encontro/Debate ”À procura do Teatro para a Infância” refletirá sobre a atualidade desta prática artística. A encerrar o Festival, um Encontro/Debate de reflexão e critica denominado “Último Acto”.

O Festival procurará editar as atas dos vários encontros.

Todas as peças serão visionadas criticamente por um ou mais profissionais, portugueses e estrangeiros, de reconhecido mérito no meio e na área teatral, que no final do Festival irão integrar um espaço público de reflexão, com a presença dos vários criadores dos espetáculos apresentados e sobre as peças programadas.

A programação apresentará peças inovadoras e de artistas e Companhias emergentes, com aceitação crítica bastante apreciável e de outras com trajetos mais consolidados e tradição de teatro na área, num diálogo e confronto entre os novos e consagrados criadores. A presença estrangeira é garantida por três prestigiadas companhias galegas.

 

TERÇA-FEIRA, 29 MAIO

16h00 Abertura Exposição

Aprender, Fazendo

“O Teatro para a infância e Juventude do Teatro Art’Imagem na década de 80”

Quinta da Caverneira

Para todos os públicos

60M

16h30 “Roberto Merino - Um Homem do Teatro para Todos”

Encontro/Homenagem

Fundo Teatral Art´Imagem/C.M.Maia

Biblioteca Quinta da Caverneira

Para todos os públicos

60M

17h30 “À procura do Teatro para a Infância e Juventude”

Encontro/Debate

Auditório Quinta da Caveneira

Para todos os públicos

120M (aproximadamente)

Onde está? Quem o vê e como o vê? Como e quem o faz? Que teatro para a infância e juventude se faz hoje em Portugal? Que característica tem, que "géneros" de teatro são cultivados? De que temas fala? Que abordagem artística utiliza? De que autores e criadores se serve? Como se deve chamar este teatro para os mais novos? Para a infância e Juventude, crianças e jovens, para pequenos públicos, público familiar, primeiros públicos, teatro para todos? É importante a sua denominação? Deve este teatro ser didático, pedagógico, artístico? Os espetáculos das companhias e criadores que se dedicam exclusivamente às obras dos programas escolares estão englobados no conceito de Teatro para a Infância e Juventude? Qual a importância do Teatro para a Infância e Juventude no Teatro em geral e nos criadores e profissionais? Como fala dele a imprensa, a rádio, a internet, a televisão?

Há críticos deste teatro, plataformas de discussão, blogs, etc...?? Que companhias, grupos e criadores? Em que regiões, cidades, lugares, salas, teatros ou na rua se faz? Quem se dedica exclusivamente a este teatro? Como está e é este teatro nas companhias, grupos e criadores apoiados. Que diferenças e semelhanças nas regiões do Grande Porto e Lisboa, grandes cidades e o todo nacional? Como se vê, quem é o seu público? Escolar, familiar, todos os públicos? Deve ser visto só por crianças e professores? Nas escolas ou em salas de teatro? Ao ar livre, na rua, em festas e romarias? Em horário escolar? Ao fim de semana? Também à noite? Qual a sua relação com o público em geral e a sua divulgação? Existe e é necessária uma relação com Escolas e professores, o Ministério da Educação, a DGArtes e os Serviços Educativos das várias instituições culturais? Como se faz a circulação pelo País destes espectáculos? Onde está a programação regular deste teatro? Em que tipo de programações se inserem. Que festivais, encontros e mostras deste teatro há em Portugal? Quem os organiza? As suas programações? A sua importância? Que relações internacionais temos? Que Festivais? Que países? Que teatro estrangeiro se vê e se tem visto em Portugal?

José Leitão, Director Artístico Teatro Art’Imagem

 

QUARTA-FEIRA, 30 MAIO

14h30 e 21h30 “A Maior Flor e Outras Histórias Segundo José” -Teatro Art’Imagem - Porto/Maia

Auditório Quinta da Caverneira

M/6

60M

15h30 e 22h30 Conversa com o público no fim do espetáculo

Inspirado na obra de José Saramago e tendo como base de trabalho dramatúrgico o seu livro para crianças "A Maior Flor do Mundo". Uma boa oportunidade para homenagear e divulgar o autor e a sua obra, na esteira do Teatro Art´Imagem cujo lema tem sido apresentar os grandes autores e textos da literatura universal, transformando-os em teatro. "Havia uma aldeia e um menino (ou uma menina?). Havia também os avós com quem a menina (menino?) vivia, mais os vizinhos. Um dia sai o menino (menina?) pelos fundos do quintal e toca a andar, toca a andar. Caminhou, caminhou, correu, correu, parou, parou... Até que chegou ao limite das terras até onde se aventurara sozinha (sozinho?). - Vou ou não vou? Foi! À descoberta de si, à descoberta do mundo.”

Dramaturgia e encenação: José Leitão; Interpretação: Daniela Pêgo e Flávio Hamilton; Música: Alfredo Teixeira; Espaço Cénico: Fátima Maio, José Leitão e José Lopes; Pinturas: Agostinho Santos; Figurinos e adereços: Fátima Maio; Apoio ao movimento: Renato Vieira e Ana Lígia; fotografia: Leonel Ranção; Produção: Sofia Leal; Direção técnica: Pedro Carvalho

Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=EGc-1SFCUbo&t=2s

 

QUINTA-FEIRA, 31 MAIO (feriado)

18h00 “"El último Dragón" - Sarabela Teatro – Galiza

Auditório Quinta da Caverneira

M/3

50M

19h00 Conversa com o público no fim do espetáculo

O dragão do nosso espetáculo não é um dragão comum. Sob uma estrutura clássica, releitura e inspiração de autores como Y. Nesbit ou Kenneth Grahame, constrói-se uma piada em que nada é o que parece. Em tempos de cavaleiros, a Princesa Célia, Telmo, o príncipe interino e o dragão protagonizam uma história de amizade, reivindicando pacifismo e ternura como fórmula ideal para se relacionar. Direção e Dramaturgia: Fina Calleja; Interpretação: Sabela Gago, Elena Seijo, Nate Borrajo, Fernando Dacosta; Cenografia: A menos de 7 metros; Iluminação: José Bayon; Desenho de Som: Renatta Codda Fons; Figurinos: Ruth D. Pereira

Vídeo: https://vimeo.com/144785536

Sarabela Teatro É uma companhia de teatro fundada em 1980 por Ánxeles Cuña. É a companhia independente que arrecadou mais prémios María Casares da história. Os seus espetáculos são apresentados em toda a Espanha e fora dela. Como grupo de criação coletiva, tem também publicados os textos: Os soños de Caín, a adaptação do Romance de Micomicón e Adhelala e A gata con botas, e o livro Sarabela Teatro 25 anos. A companhia realiza ainda o MITEU (Mostra Internacional de Teatro Universitário de Ourense), a MOTI (Mostra de Teatro Infantil) e o FITO (Festival Internacional de Teatro de Ourense)

 

SEXTA-FEIRA, 1 DE JUNHO

10h30 e 14h30 “Muita Tralha Pouca Tralha” - Catarina Requeijo - Lisboa

Exterior Quinta da Caverneira

M/3

30M

GRATUITO

11h00 e 15h00 Conversa com o público no fim do espetáculo

Escolher não é tarefa fácil. Escolher o que se leva em viagem também não. Há sempre alguma coisa que nos pode fazer falta... Quem nunca teve vontade de levar a casa toda? Pouco habituado a viajar, o casal Odete e Alfredo decide ir ver a sua sobrinha Manela participar numa corrida de automóveis. Mas antes da viagem é preciso preparar a bagagem. É aqui que os problemas começam. Levam o quê? Pouca tralha? Muita tralha? Apenas o essencial? Estas decisões difíceis podem complicar o início da viagem. Só o início?.. É o que vamos ver.

Direcção artística: Catarina Requeijo; Texto original: Catarina Requeijo e Inês Barahona; Conceção plástica: Maria João Castelo; Interpretação: Catarina Requeijo e Luís Godinho: Co-produção: Formiga Atómica Associação Cultural, Teatro Maria Matos.

Vídeo: https://vimeo.com/223697032 password: tralha

Catarina Requeijo

Nasceu em 1973, em Angola. Desde 1999, colabora regularmente em projetos dirigidos a um público infantil. Encenou já vários espetáculos nomeadamente para publico infantil. Tem experiência como contadora de histórias. e lecciona Expressão Dramática desde 2008. Desde 1999, colabora regularmente em projetos dirigidos a um público infantil, em entidades como o Centro de Pedagogia e Animação do Centro Cultural de Belém, o Centro Cultural Vila Flor, a Culturgest (Festival Panos), Festival Motel X, Teatro Maria Matos, Teatro da Trindade, Casa das Histórias-Museu Paula Rego, Artemrede, Fundação Calouste Gulbenkian e TNDMII.

 

SÁBADO, 2 JUNHO

18h00 “Luppo” – Baobab Teatro – Galiza

Auditório Quinta da Caverneira

M/3

55M

19h00 - Conversa com o público no fim do espetáculo

"LUPPO" de Baobab teatro, um conto maravilhoso sobre sentimentos e emoções "LUPPO" fala do ciclo da vida, do apego às pessoas ao nosso redor, particularmente aos mais velhos e à importância das histórias que construímos ao longo de nossas vidas. Com este espetáculo pretendemos enfatizar a importância das relações humanas independentemente da idade. A magia que é para as crianças é a influência de avós e avós, vizinhos, tios, tias...que nos dão muita experiência, tanto conhecimento e paciência.

Direção: Óscar Ferreira; Guião: Andrea Bayer; Direção de Manipulação: Óscar Ferreira; Interpretação: Andre Bayer e Xosé Manuel Esperante; Desenho Cenográfico: Óscar Ferreira; Cenografia: Óscar Ferreira e Juan Silva; Figurino: Baobab Teatro; Desenho de Luz: Daniel Abalo; Desenho Sonoro: Manuel Abalo; Marionetas e Adereços: Óscar Ferreira e Juan Silva.

Vídeo: https://vimeo.com/138062388

Baobab Teatro Uma Companhia de Teatro que se concentra no teatro para a infância com um claro compromisso com a infância, e é por isso que cada projeto é um novo desafio que enfrentam com entusiasmo e cuidado, desde o início até o mais ínfimo detalhe. Apostam em espetáculos emocionantes com uma poética forte.

 

DOMINGO, 3 JUNHO

18h00 “Dança da Chuva” - Elefante Elegante – Galiza

Auditório Quinta da Caverneira

M/3

55M

19h00 - Conversa com o público no fim do espetáculo

Que aconteceria se de repente deixasse de chover? Não durante um mês, um verão ou um ano, mas para SEMPRE?

Esta é a pergunta que coloca a DANÇA DA CHUVA, um espetáculo sem palavras onde convivem o teatro gestual, a dança, a manipulação de objetos e as marionetas. A DANÇA DA CHUVA trata de um tema sério através de uma encenação poética e visual. Os seus efeitos cómicos, plásticos e oníricos advertem e divertem o público familiar e infantil

Autoria, Cenografia e Encenação: María Torres e Gonçalo Guerreiro; Interpretação: María Torres e Gonçalo Guerreiro; Iluminação: Dani Pais; Coreografia: Ánxela Blanco; Música: Mano Panforreteiro; Figurinos: Marcia Edleditsch; Produção e distribuição: Agustín Bolaños.

Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=BzRzuLHPgWA

Elefante Elegante Cria espetáculos teatrais visuais baseados em gestos e movimentos. As suas criações buscam a universalidade, decorrem da fusão de diferentes linguagens: teatro físico, dança, artes plásticas e artes visuais. De origem galego-portuguesa, foi criada em 2007 por María Torres e Gonçalo Guerreiro e tem sede em na Coruña. Nasce para dar forma artística às suas preocupações sociais e existenciais. O Elefante Elegante começou como um projeto experimental no ano 2000 sob o nome de Teatro Escondido. Este projeto viajou durante sete anos entre a Galiza, a Bélgica e Portugal. A sua interpretação baseou-se no jogo corporal com o objetivo de desenvolver uma linguagem teatral universal. Esses anos de experimentação foram fundamentais para que o Elefante Elegante pudesse nascer.

 

SEGUNDA, 4 JUNHO

14h30 e 21h30 “Dama Pé de Mim” - Ana Madureira –Porto

Auditório Quinta da Caverneira

M/3

40M

15h00 e 22h30 Conversa com o público no fim do espetáculo

Espera aí!

Se eu tenho uma coroa, sou a princesa

Se sou a princesa, tenho um cavalo

Se tenho um cavalo, saio do castelo

Se saio do castelo...

Farta de olhar para o umbigo, Dama Pé de Mim monta o seu Cavalo e parte à procura de um amigo. Pelo caminho encontra a Amália, a mala que já foi crocodilo, conhece o Nuno, a nuvem caída do céu e mergulha no Rio profundo. Mas só quando chega ao supermercado, descobre o que é um amigo. Com a ajuda do Sr. Rodrigo. Uma história luminosa, terna e divertida, com música, texto que rima, e a participação do público...mãe, filho e prima.

Criação e interpretação: Ana Madureira; Cocriação musical: Vahan Kerovpyan; Apoio à criação: Vahan Kerovpyan e Blaise Powell; Conceção do objeto musical: Nuno Guedes; Desenho de luz: Vasco Ferreira.

Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=l7M9--Xm6Rs

Ana Madureira Nasceu em 1980. Depois de terminar a licenciatura em Direito, mergulhou definitivamente na formação em teatro, dança e clown. Primeiro no CITAC, em Coimbra, depois na companhia Circolando. A música, a ilustração e a escrita foram desenvolvidas em contextos de experimentação autodidata, a solo ou em interação com outros artistas. Na Holanda integrou o coletivo musical Gudubik. Em residências artísticas no Instituto Grotowski, alargou a sua ideia e experiência de canto, voz e presença teatral. Durante dois anos esteve no c.e.m- Centro em Movimento, em Lisboa, onde trabalhou com Sofia Neuparth e Ana Rita Teodoro. Depois disso, começou a criar com a comunidade: Noveloteca, convite de Madalena Victorino; Guia-me, convite da Casa das Brincadeiras; teus imaginarius meus, convite do Imaginarius 2012; Pé no mar, cabeça na terra, convite do Festival Rádio Faneca 2014, Ílhavo- são projetos que reúnem em livros de autor, instalações, visitas guiadas e ateliers de formação, o seu olhar de ilustradora e atriz sobre as histórias das pessoas. Das suas criações de teatro, destaca os solos CabraCega (2012) e Dama Pé de Mim (2016). Com Vahan Kerovpyan, músico, ator, ilustrador parisiense, criou Lav Lur, um dueto musical-teatral. É membro do Clown Laboratori Porto, plataforma de formação e experimentação na arte do palhaço. Na sua prática artística e pedagógica procura trabalhar o corpo aberto, capaz de escutar e agir a partir do instinto e do momento presente.

 

TERÇA, 5 JUNHO

15h00 Último Acto Reflexão crítica sobre a programação e os espetáculos apresentados.

 

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA

Produção e Organização: Teatro Art´Imagem

Direção Artística: José Leitão

Direção de Montagem: Pedro Carvalho

Produção: Sofia Leal e Daniela Pêgo

Apoio à Produção: Flávio Hamilton e Micaela Barbosa

Conceção e Montagem Exposição: José Caldas e Artur Rangel – Quinta Parede

Apoio à Exposição: José Pedro Pereira

Vídeo: Hugo Moutinho

Fotografia: Nuno Ribeiro

Web Design: Inácio Barroso

Design: Sofia Carvalho

Técnico de Som e Luz: André Rabaça

Técnico Maquinista: José Lopes

Imagem Gráfica inspirada em Arlequin et Columbine de Giovanni Domenico Ferretti (1692 – 1768)

 

BILHETEIRA

Quinta da Caverneira

5,00€ Normal

3,00€ Desconto para estudantes, M/65, Profissionais das Artes Cénicas e Desempregados

Horário Uma hora antes do início de cada espetáculo.

LOCAL Auditório da Quinta da Caverneira Avenida Pastor Joaquim Eduardo Machado 4425-253 Águas Santas – Maia

+ INFO e Reservas

TEATRO ART'IMAGEM 22 208 40 14 | 91 76 91 753 | 91 08 18 719

teatroartimagem@hotmail.com | www.teatroartimagem.org